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AMBIENT sedia o 2º Encontro do Projeto Gota D’Água 2019

 

Com apoio da Ambient (Soluções Ambientais de Ribeirão Preto) o Consórcio PCJ realizou na última quarta-feira (10) em parceria com a ARES PCJ o 2º Encontro do Projeto Gota D’Água 2019.

Com o tema “Desafio Água e Saneamento”, o encontro reuniu dirigentes do Concórcio PCJ e Ares PCJ, educadores, representantes de associações, de secretarias de Meio Ambiente e Educação e gestores de saneamento e abastecimento de água de Ribeirão Preto e das cidades de Jaboticabal, Jundiaí e Brodowski e integrantes do Comitê da Bacia Hidrográfica do Pardo.

O objetivo é sensibilizar toda a sociedade sobre a importância da realização de práticas socioambientais voltadas aos serviços de saneamento, gestão dos recursos hídricos e ações educativas para a conservação das fontes geradoras de água e da sustentabilidade hídrica.

 

Durante o 2º Encontro do Projeto Gota D’Água, o diretor técnico da Ambient, Carlos Roberto Ferreira, falou sobre a importância desse tipo de ação para a sociedade e ressaltou o papel da Ambient no aceleramento da universalização dos serviços de saneamento no município.

 

"A Ambient está realizando um pacote de investimentos estimado em 137 milhões para atender a demanda gerada pela expansão populacional em Ribeirão Preto. Além disso, o município conquistou 13º lugar no privilegiado Ranking ABES da Universalização do Saneamento de 2018”, comentou o diretor.

 

Durante a reunião também foram realizadas plenárias de discussões sobre o papel das parcerias público-privadas no saneamento e temas externos, como o temporal que atingiu recentemente o Rio de Janeiro, foram debatidos no contexto das mudanças climáticas que demandam, cada vez mais, planos e ações por parte dos municípios. 

 

Outra realidade, apresentada pelo biólogo e consultor do Consórcio PCJ,  Thiago Pietrobon, é a comparação da situação das bacias hidrográficas do PCJ e do Mogi Guaçu. As bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí servem a aproximadamente 5,8 milhões de pessoas com disponibilidade hídrica de 980 m3/habitante ano. Esse valor é considerado crítico e se agrava com a perda de água, que chega a 33,5%. Na Bacia do rio Mogi Guaçu, a disponibilidade hídrica é de 4.081 m3/habitante ano para cerca de 1,5 milhão de habitantes. Embora autossustentável, a perda de água é impactante: 31,1%.

Pietrobon destacou que em todas as situações, incluindo o Aquífero Guarani, ações educativas para a conservação das fontes geradoras da água e a sustentabilidade hídrica são fundamentais.